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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Boris Stankovik

Boris Stankovik sucedeu, como secretário geral da FIBA, ao histórico William Jones, fundador dessa instituição. Boris é agora secretário geral emérito mas ainda participa bastante activamente na instituição.
Numa das publicações online da Federação Espanhola de Basquetebol, a revista Tiro adicional, pode-se aceder a informação sobre uma recente e importante reunião da FIBA e a uma interessante entrevista de Stankovik, ele próprio um histórico do basquetebol. O seu grande conhecimento permite-lhe ter uma visão alargada das grandes questões que perpassaram o basquetebol nas últimas décadas e que podem definir o futuro possível.
Aqui está o link para aceder a esses conteúdos.http://www.clubdelentrenador.com/revistas/89.pdf
Um pouquito desse conteúdo:
"Revista tiro adicional: Una última pregunta: ¿cómo cree usted que será el baloncesto dentro de 20 años?
Stankovik: Espero que se haya solucionado el dilema entre equipos nacionales y equipos de clubes. Los equipos nacionales estuvieron en el origen del baloncesto, después llegaron los equipos de clubes y la FIBA los apoyó mucho. Ahora estamos obligados a encontrar un equilibrio, porque unos sin los otros no pueden estar. Y en cualquierf caso yo confío en que con la gente que está actualmente al frente del baloncesto mundial, el futuro sea un futuro en positivo."

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O primeiro presidente africano

O primeiro africano a ser presidente de uma federação olímpica foi o egípcio Abdel Moneim Whaby. E a federação em causa foi a do basquetebol.
A FIBA praticou o critério da rotatividade que permitia a que pertencessem sucessivamente aos cinco continentes a presidência. Este critério contribuiu para fortalecer o papel do secretário geral, William Jones, que se manteve durante mais de quatro décadas, sob a alçada de oito presidentes diferentes.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Basquetebol, FIBA e África e a descolonização

O Egipto foi o primeiro país africano a integrar-se na FIBA. A Etiópia foi o segundo, em 1949.
1960 foi o "ano da descolonização" como foi chamado por muitos historiadores. A partir daí, e especialmente entre 1960 e 1965 filiaram-se na FIBA 37 federações de novos países, muitos dos quais africanos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Sabias que Portugal...

Sabias que Portugal foi um dos 8 países fundadores da Federação Internacional de Basquetebol? De facto é uma honra para Portugal ter tido esse papel importante. Aliás, é extremamente interessante conhecer as peripécias e o porquê dessa fundação e o que ela significou para o basquetebol. Em nome da Federação Portuguesa assinou Henri Brandt. Algum dos meus caros leitores me sabe dizer algo sobre essa nossa personagem do basquetebol?

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FIBA em português

A presidência da FIBA já falou português. Foi no tempo em que António dos Reis Carneiro ocupou esses cargo.
Já agora, é de referir que o próprio secretário geral da FIBA, William Jones, era um cosmopolita e um poliglota e uma das línguas que dominava era o português.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Basquetebol e política

Há ainda aqueles para quem, como se apregoava no antigamente, "a sua política é o trabalho". Contudo a política entra por dentro de tudo o que tem a ver com a humanidade e o basquetebol não é excepção.
Durante o período da Guerra Fria, em que dois campos políticos - o Ocidente e o Leste - se degladiavam em vários aspectos, William Jones, como secretário geral da FIBA, não teve vida fácil. Em dois momentos foi qualificado por uns, os de Leste, como estando "ao serviço do capitalismo ocidental". Anos mais tarde, a propósito dos acontecimentos dos jogos olímpicos de Munique, os meios de comunicação social americanos disseram que Jones era um "amigo do socialismo". Estas duas atitudes diametralmente opostas talvez demonstrem como Jones se queria manter fiel apenas ao basquetebol, para além dos interesses dos campos políticos opostos, existentes na altura. Em muitos momentos teve de dar mostras de grande diplomacia ou dureza nas suas decisões.
Jones tinha como princípio querer que os conflitos políticos não extravasassem para o território do desporto. Conseguir que isso acontecesse fez com que ele tivesse de se esforçar muito, sendo que, muitas vezes, prevaleceu o caminho da prevalência da discórdia no desporto. Um dos últimos acontecimentos deste tipo que ele viveu e que o entristeceu bastante foi o boicote que os EUA fizeram aos jogos olímpicos de Moscovo, devido à "invasão" do Afeganistão pela União Soviética. Jones ficou de tal modo transtornado com esse boicote que chegou a insultar o presidente americano Jimmy Carter no Congresso Mundial realizado em Moscovo.
PS. A respeito do que aconteceu na final de basquetebol dos jogos olímpicos de Munique, podes ver uma mensagem aqui neste blog.



domingo, 18 de dezembro de 2011

Sabes quem foi Renato William Jones?

Sabes quem foi Renato William Jones? Ando a ler um livro que é uma biografia sobre aquele que foi secretário geral da Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) durante 44 anos, tendo começado no ano da sua fundação em 1932. Em mensagens futuras falarei com este personagem marcante do basquetebol. Falar dele é percorrer uma parte substancial da história do basquetebol. Como disseram outros a respeito dele: "Falar de Jones é falar de basquetebol", ou "O senhor basquetebol mundial".
Era britânico de origem, como ele gostava de dizer quando o chamavam de inglês. Nasceu na capital de Itália, Roma, em 1906 e faleceu na Alemanha, em Munique, em 1981.